Travis Barker discute sobre desafiar a gravidade em um solo de bateria.
Baterista revela a dificuldade de desafiar a gravidade em Vancouver.
Terça-feira a noite, durante o show do Blink-182 no General Motors Place em Vancouver, British Columbia, Travis Barker finalmente relevou a versão completa de seu tão aguardado, desafiando a gravidade, solo de bateria de ponta cabeça.
Desnecessário dizer, que foi incrível. E valeu a pena a espera.
Uma semana antes, durante um show de aquecimento só pra amigos no Forum, em Los Angeles, Barker fez sua rotina - que apresenta sua bateria ascendendo, balançando de lado a lado e virando de cabeça pra baixo - e sacudindo a câmera/microfone da filmagem do espetáculo e rapidamente continuou da mesma forma perfeita de sempre. Barker fez uma versão curta do solo durante os dois primeiros shows do Blink em Las Vegas, já que o local era muito pequeno para tudo que ele desejava.
Então, finalmente, na terça feira, com cerca de 15 mil fãs de Blink torcendo por ele, em um lugar grande o bastante para suportar seu ato, Barker deu ao público aquilo que eles estavam desejando: três minutos, um solo em 360º. A grandeza do solo, o que lembra os solos aéreos no auge de Tommy Lee, do Mötley Crüe, do qual o YouTube está cheio.
Quando MTV News estava fora de Vegas para o pontapé inicial da turnê do Blink, nós perguntamos a Barker sobre o desafio. Acontece que ele tem uma espécie de asa. Afinal, ele tem feito isso por anos.
"[A idéia] aconteceu há um mês. Alguém a trouxe, tipo 'O que você está fazendo para o solo de bateria, Trav?' E eu estava meio, 'Uh-oh.' Mas eu fui para o desafio," Barker riu. "A primeira [vez que eu fiz o solo na turnê], eu estava pegando fogo, e o kit estava girando. Na segunda vez, fui de cabeça pra baixo - e de cabeça para baixo, que é a coisa mais desconfortável que você pode fazer. Então, esse era mais ou menos como, 'Como você pode me fazer ainda mais desconfortável, ou então, me fazer voar? ' Então, eu tive que deixar [a técnica do palco] as coisas deles, e subir lá e tocar minha bateria.
"É como se Travis criasse um precedente cada vez que ele sobe," acrescentou o baixista do Blink Mark Hoppus. "Ele faz isso para ele mesmo."
E enquanto o solo de bateria, é sem dúvida, um destaques da set do Blink, não é apenas ficar de ponta cabeça que a banda está planejando. "Eu vou ser honesto com você, o solo de bateria não foi a primeira idéia," disse o guitarrista Tom DeLonge. Lembra dos solos de vocal que iríamos fazer, na mesma plataforma?"
"Sim, nos íamos girar, ir de cabeça para baixo, e apenas fazer escalas, vocalmente," respondeu Hoppus, antes de parar para fazer o aquecimento vocal. "Você sabe, é só ir lá e cantar.
Evidentemente, Barker tinha que fazer isso. E no fim, parece que a foi a escolha certa.
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