[REVIEW] Blink em Edmonton
Edmonton - Depois de um hiato de quatro anos, é razoável perguntar se alguém realmente se importa com a volta do Blink-182.Alguns de nós sequer notaram que eles tinham acabado, ou inadvertidamente juntando-os com os grupos parecidos que seguiam a fórmula do pop-punk acelerado na Califórnia. Eram mais um grupo de jovens engraçados tocando sobre as angústias dos adolescentes. Mas Blink acabou se tornando a maior delas, por um bom tempo - mas, então, eles têm o jeito. Lembra deles?
Canções sobre empregos ruins, verão, namoradas - garantiram há uma banda que só vem acrescentando mês após mês, mas de alguma forma Blink-182 conseguiu segurar seus antigos fãs e conseguir novos, apesar da sua ausência, como testemunhado por mais de 12 mil cantando junto com a banda praticamente cada música no Rexall na sexta feira a noite.
Ouvindo as letras de Dumpweed e Feeling This da boca de um homem que já passou dos trinta é um pouco estranho, mas o baixista Mark Hoppus e o guitarrista Tom DeLonge encaram numa boa. Isso ajuda com que eles constantemente se coloquem em situações como a que eles estão - estrelas do rock tocando em arenas - ao mesmo tempo claramente aproveitando isso. As palhaçadas vão ficando mais engraçadas - depois de uma fã fazer uma pausa no palco para fazer um mosh e ser perseguida pelos guardas, DeLonge aproveitou uma parada na música e disse: "levem ela pro meu camarim."
E aí, o que aguarda ele lá.
Por tudo isso, Blink-182 sofre terrivelmente da sobrecarga da fórmula - uma canção como Rock Show por si só é divertida, até mesmo irresistível, mas é batida. Esses picos curtos, ao ponto da música não sofrem de pretensão - e eles certamente tocam bem, especialmente pelo excelente baterista da banda, Travis Barker, mas eles fazem parecer fácil demais.
Com a abertura do show feita por The All-American Rejects e Fall Out Boy foi como dar reconhecimento ao final impressionante que viria - elas são bandas populares por si só.
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