REVIEW: Blink-182 em St. Louis

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No meio da noite de terça-feira no Verizon Wireless Amphitheater, Blink-182f oi precedida pela banda Fall Out Boy, que fez os fãs suarem, principalmente quando eles tocaram "I Don't Care', o baixista Pete Wentz notou que o vocalista do Blink-182 Tom DeLonge, estava tomado de bom humor.

Quando eles acabaram, podemos ver Wentz rasgando elogios.

Blink-182, após um hiato de quatro anos, foi uma mostra de bom comportamento - pelo menos na primeira metade do show. Depois de agradecer o público por lidar com as multiplas mudanças, o trio tocou seus hits. O baixista Mark Hoppus, realizou um ritual de amor com os fãs. O baterista Travis Barker tocou alegremente, suas tatuagens brilhando nos telões. O fato de Barker ter sobrevivido ao acidente de avião que só deixou dois sobreviventes foi o motivo para a banda se reunir, para o deleite do público.

O trio SoCal deu ao público o que ele estava esperando, com canções como "Feeling This", "What's My Age Again" e "Always". No início, a banda criou uma eletricidade e a manteve ali.

DeLonge mostra que tem cada vez mais energia durante a segunda metade do show, principalmente durante a parte de cantar. Em um momento, DeLonge anunciou que ia se despir e surfar em cima da platéia, apenas para ignorar sua promessa.

A platéia entusiasmada, formada em sua maioria por adolescentes com idade por volta dos 20 anos e alguns mais velhos, lá pelos 30 anos, estavam com eles, durante cada momento. Hits como "First Date" e "All The Small Things" deixaram sua marca, lembrando ao público a forma de ser da banda: misturando humor com tristeza. "First Date" foi a canção predileta do público, pontuada por um estendido freak show, que rendeu palmas de todos os presentes.

Blink tocando era adequado, se não espetacular, mas claramente não é a ênfase de um show da banda. Novamente, DeLonge anunciou um solo de guitarra que nunca veio, mas ninguém pareceu se importar.

"Nossa banda esteve separada por quatro anos", disse DeLonge, que achou uma boa idéia matar mosquitos no anfiteatro. F-Bombas pareciam remediar a situação, e DeLonge disse que a próxima música seria "sobre nós". E foi "Stay Togheter for The Kids".

Depois de encerrar com 'Anthem Part II", ninguém saiu, e a banda voltou para o bis, tocando as favoritas do público "Carousel" e "Dammit". Em seguida, uma chuva de confeti branco explodiu na área inferior, e a banda tocou um trecho da música do Poison, ""Every Rose Has Its Thorn".

Até no gramado, o público não mostrou sinais de desapontamento, até mesmo com a falta de cobertura. A temperatura estava nos anos 60, que era perfeito para um show onde todos estavam por todas as partes.

A configuração moderna de palco do Blink incluía seis esferas de vídeo que mostravam imagens ao vivo da banda ou várias animações para a música que tocava. O som excepcional por toda parte.

Para as aberturas, a adição tardia de The Academy Is... foi a mais forte das duas. (FOB e TAI...) A banda estava inspirada, talvez por ter percebido que não estava tocando em um bar escuro em Sauget.

O mesmo não pode ser dito sobre Fall Out Boy, que teve resultados variados. Mesmo no palco em que havia muita gente em volta. Não foi culpa do baterista Andy Hurley, que quase elevou a banda a um patamar mais alto enquanto ele tocava. Antes de sair do palco. a banda tocou "Don't Stop Believin'". Enquanto o cover de Journey pareceu acalmar a multidão, não foi o mesmo que aconteceu com o resto do local.

rafa182

Some say he’s half man half fish, others say he’s more of a seventy/thirty split. Either way he’s a fishy bastard.

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